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Pastor Paulo Junior Desmascara Heresia de Marco Feliciano Sobre a Lei e a Graça

A comunidade evangélica foi recentemente palco de um intenso debate teológico, protagonizado pelos pastores Paulo Junior e Marco Feliciano, em torno da interpretação do versículo “a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6). Esse embate teológico alcançou grande visibilidade nas redes sociais, destacando-se como um dos tópicos mais discutidos entre os fiéis.

Marco Feliciano, em uma postagem em vídeo, defendeu a primazia do Espírito sobre a letra da lei, enfatizando sua extensa formação em Teologia e criticando aqueles que se apegam exclusivamente ao texto bíblico. “A letra, isoladamente, mata, mas é o espírito que dá vida”, argumentou Feliciano, ressaltando a necessidade de um entendimento que transcenda o texto.

Por outro lado, Paulo Junior apresentou uma contra-argumentação, acusando Feliciano de promover uma “interpretação pobre e errônea” das Escrituras. Para Junior, a “letra” mencionada por Paulo refere-se especificamente à Lei de Moisés, que, embora reveladora do pecado, não possui o poder de salvar, função esta atribuída à graça de Jesus Cristo, manifesta pelo Espírito Santo. Ele enfatizou a coexistência da verdade, que liberta, com a lei, questionando a perspectiva de que a verdade poderia ser mortal.

A controvérsia suscitou amplo debate entre os seguidores, dividindo opiniões. Alguns se alinharam à visão de Paulo Junior, criticando Feliciano por supostamente depreciar o estudo bíblico. Em contrapartida, apoiadores de Feliciano defenderam a importância da vivência espiritual na interpretação das escrituras.

Especialistas consultados explicaram que a discussão centraliza-se no contraste entre a aliança antiga, baseada na lei, e a nova, fundamentada na graça e na fé, não pela observância de preceitos. Eles esclarecem, contudo, que a nova aliança não invalida os mandamentos divinos, mas os reinterpreta à luz do amor e da gratidão, capacitados pelo Espírito Santo.

Assim, o debate entre os dois pastores destaca a necessidade de evitar extremos, seja o legalismo que busca justificação nas obras, seja o antinomismo que despreza os mandamentos. Evidencia-se, portanto, a importância de uma hermenêutica que valorize tanto a letra quanto o espírito da lei.



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