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Morte de Charlie Kirk é retrato da esquerda, dizem pastores

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Pastores evangélicos brasileiros manifestaram pesar pela morte do ativista Charlie Kirk, de 31 anos, CEO e cofundador da organização conservadora Turning Point USA. Ele foi baleado na quarta-feira, 10 de setembro, durante um evento na Universidade Utah Valley, no estado de Utah, nos Estados Unidos.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o momento em que Kirk discursava sob uma tenda branca com os dizeres “The American Comeback” e “Prove Me Wrong”. Um disparo é ouvido, e o palestrante leva a mão ao pescoço, de onde começa a escorrer sangue em grande quantidade.

Trajetória

Kirk cresceu em um lar evangélico nos subúrbios de Chicago. Em 2012, aos 18 anos, fundou a Turning Point USA, organização dedicada a promover valores libertários como o livre mercado e a defesa de um governo limitado. Com o tempo, tornou-se um dos principais articuladores políticos da direita americana, sendo também reconhecido como porta-voz de jovens cristãos conservadores.

Em encontros com líderes religiosos, criticava o silêncio das igrejas diante de temas culturais e políticos. Em uma de suas falas, comparou a postura de setores cristãos ao comportamento de parte das igrejas na Alemanha nazista: “Eles querem uma igreja passiva, obediente. Uma Igreja disposta a chamar o bem de bem e o mal de mal é uma ameaça ao totalitarismo secular”, afirmou.

Reações no Brasil

O pastor Tiago Santos, da Igreja Batista da Graça e diretor do Ministério Fiel, publicou mensagem nas redes sociais:

“Sinto muito, Charlie. Sinto muito que sua voz tenha sido silenciada pela violência, pela intolerância e pela vileza. Sinto muito que tenham roubado sua juventude, seus sonhos, sua coragem. Que Deus console a família Kirk”.

Em outra publicação, Santos destacou a defesa de Kirk pela liberdade de expressão:

“Um homem não pode ter sua vida destruída simplesmente por propor diálogo com aqueles de quem discorda. Essa é a essência da liberdade de expressão e do debate democrático”.

O pastor batista Antônio Neto, professor na Escola Charles Spurgeon de Teologia, também se pronunciou, criticando a intolerância ideológica:

“O triste fato com o influenciador Charlie Kirk precisa ser um marco para que você lembre aos idiotas: não há equivalência nos espectros políticos. A esquerda, em nenhum nível, tolera a existência de quem pensa diferente. Ou ela quer matar o seu pensamento, ou você”.

O pastor presbiteriano Allen Porto destacou o testemunho cristão de Kirk:

“A sua arma eram as palavras, em conversas honestas e outras nem tão honestas assim. Mesmo sendo testado, desprezado, questionado, desafiado e até ofendido, ele não assumia uma postura defensiva, mas argumentava com coragem e convicção”.

Porto também afirmou que a morte do líder representa uma perda para além do campo político:

“Contemplamos o abismo nessa tarde. Contra as palavras, uma bala. E assim se apaga não apenas um debatedor, mas um marido e pai. Quero expressar honra a quem foi íntegro em sua vocação até o fim. Esse é um momento para pensar, sentir e agir em toda a complexidade: sentir ira santa contra o pecado e contra os homens injustos que praticam o mal”.

Investigações

O prefeito de Orem, David Young, informou que o atirador continua foragido. A arma utilizada foi encontrada no local do crime, mas o autor dos disparos ainda não foi identificado. Uma pessoa chegou a ser detida no campus, porém as autoridades confirmaram que não se tratava do responsável pelo ataque.


Fonte: clique aqui.

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