O pastor e escritor Lee Strobel declarou em entrevista a Tucker Carlson que Satanás e o reino demoníaco provavelmente atuam por meio de Hollywood e da mídia de massa para corromper a sociedade, normalizando o pecado enquanto muitos permanecem desatentos.
“Se demônios existem, devemos estar cientes disso”, afirmou Strobel, autor do recém-lançado Seeing the Supernatural: Investigating Angels, Demons, Mystical Dreams, Near-Death Encounters, and Other Mysteries of the Unseen World. Ele destacou dois erros comuns em relação ao mundo espiritual: “O número um é negar que eles existem; e o número dois é ver um demônio atrás de cada arbusto e pensar que eles são mais poderosos do que realmente são”. Segundo ele, o maior problema cultural é a negação da existência do reino demoníaco.
Ex-jornalista investigativo e autor do best-seller Em Defesa de Cristo, Strobel descreveu o que entende como uma estratégia satânica para influenciar a cultura através do entretenimento. “Se Satanás fosse inteligente, o que ele é, ele viajaria pelo país tentando possuir pessoas comuns? Acho que uma estratégia muito mais eficiente é ir para Hollywood e influenciar um grupo de pessoas de lá que são muito influentes”, disse. Ele apontou que, dessa forma, ideias imorais podem ser inseridas em conteúdos “engraçados, criativos e divertidos”, reduzindo a vigilância espiritual do público.
Como exemplo, Strobel citou a série Friends (1994–2004), que segundo ele propagava “uma ética sexual muito feia que normaliza múltiplos parceiros sexuais e esse tipo de coisa — o tipo de coisa que Satanás adoraria incutir na cultura americana”. Para ele, essa influência não se limita ao campo sexual, mas também a outros comportamentos considerados destrutivos e contrários aos princípios bíblicos.
Carlson, por sua vez, afirmou conhecer pessoas na indústria do entretenimento que sofrem pessoalmente com esse estilo de vida, descrevendo-as como “pessoas realmente atormentadas” que enfrentam problemas em relacionamentos, dificuldades familiares e dependência química. Strobel concordou que tais consequências são previsíveis diante daquilo que considera ser a normalização do comportamento profano.
O apresentador também mencionou experiências pessoais relacionadas à mídia de massa. Recordando sua passagem pela Fox News, Carlson relatou que canais de notícias a cabo frequentemente incutem insensibilidade diante da guerra, de acordo com informações do The Christian Post.
Em conversa com o ex-colega Clayton Morris, em junho, ele comentou sobre a reação de idosos após ataques militares dos EUA. “No último mês, como todo idoso com quem tenho contato [diz]: ‘Vamos matá-los’. Sem pensar duas vezes”, relatou. Para Carlson, esse tipo de atitude é fruto da influência espiritual negativa de tais canais. “É pior que pornografia. É nojento”, concluiu.
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