O candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, anunciou em São Paulo sua intenção de revogar mais de mil atos normativos federais no início de um possível mandato. A proposta visa reduzir a carga sobre o setor privado e combater a burocracia excessiva.
Críticas à gestão atual
Durante o discurso no “Grande Encontro do Associativismo” em 13 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro criticou a administração de Luiz Inácio Lula da Silva, acusando-a de sufocar o setor privado com impostos elevados. Ele defendeu um governo mais enxuto, que, segundo ele, libertaria o cidadão do peso do Estado e ajudaria a evitar a fuga de capitais.
“A anulação das normas vai tirar o peso do Estado de quem quer empreender.”
— Flávio Bolsonaro
Impacto econômico
O candidato afirmou que sua liderança no primeiro turno das eleições foi bem recebida pelos mercados, resultando em uma queda nas taxas de juros futuros. Segundo ele, isso gerou um alívio estimado em R$ 220 bilhões no Orçamento da União devido à redução das despesas da dívida pública.
R$ 220 bilhõesAlívio estimado no Orçamento da União
Desafios jurídicos
Flávio Bolsonaro também destacou a insegurança jurídica como um dos principais obstáculos ao investimento no Brasil. Ele criticou decisões do Poder Judiciário que, em sua visão, prejudicam a confiança no crescimento do país. O candidato acusou a atual administração de apostar na desinformação, minando a confiança no desenvolvimento econômico.
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