“Dentre as alterações sugeridas, as principais são a criação das figuras do “gestor fiduciário” e do “plano de falência de realização dos ativos”, de modo a permitir que os credores detenham maior controle e previsibilidade sobre o processo, recebendo seus créditos ou o equivalente a eles no menor tempo possível”, explicou a relatora, deputada Dani Cunha (União-RJ).
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