Neste precipício, não ‘dança’ apenas Sergio Moro. Mas também Gabriela Hardt, que o sucedeu, autorizou a criação de uma fundação privada com recursos da Lava Jato, a “Fundação Criança Esperança do Deltan Dallagnol”, como ironiza o ministro Gilmar Mendes, e ignorou por anos uma reclamação, hoje investigada pelo STF, de um delator que acusa Moro de coação e ameaça.
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