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Yeltsin Jaques quebra recorde e é ouro no Mundial de atletismo

16 mai
2024
– 23h39

(atualizado às 23h57)

Primeiros pódios no Brasil no Japão! Na abertura do Mundial de atletismo paralímpico, realizado na cidade de Kobe, cinco brasileiros conquistaram medalhas para o país no primeiro dia de disputa do evento. Yeltsin Jacques e Júlio Cesar Agripino fizeram a dobradinha de ouro e prata nos 5000m rasos, para a classe T11, com direito a quebra de recorde mundial. O mesmo ocorreu no salto em distância feminino T20, onde Zileide Cassiano e Débora Lima terminaram nas primeira e segunda colocações, respectivamente. Vinicius Krieger também acabou com a prata nos 100m rasos, da classe T72.




Yeltsin Jaques

Foto: (Reprodução/Twitter/@ParaAthletics) / Olimpíada Todo Dia

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Sobre as provas

Na primeira final do dia nas provas de pista, Júlio Cesar Agripino e Yeltsin Jacques representaram o Brasil na decisão dos 5000m rasos da classe T11. Liderando a disputa de ponta à ponta, Júlio foi ultrapasso no terço final do percurso e terminou com a medalha de prata (tempo de 14min57s70). Com a estratégia contrária ao do seu compatriota, Yeltsin disparou na reta final e acabou campeão mundial pela segunda vez na carreira, primeira nos 5000m, com direito a quebra de recorde mundial (14min53s97). Bronze para o japonês Kenya Karasawa (15min03s25).

No salto em distância feminino, para a classe T20, Zileide Cassiano teve o melhor desempenho entre as brasileiras na prova. Com a marca de 5,80m, ela finalizou a disputa com a conquista da medalha de ouro, seu primeiro título mundial na carreira. Débora Lima fechou sua participação com 5,54m e levou a prata. Além disso, Jardênia Félix (5,31m) acabou em quarto lugar.

Por fim, no último pódio do Brasil no dia, o jovem Vinicius Krieger, de apenas 17 anos, ficou com a segunda posição na prova de 100m rasos para a classe T72. Ele completou o percurso no tempo de 17s54, atrás do italiano Carlo Fabio Marcello Calcagni (15s39). Apesar da pouca idade, ele já havia subido no pódio em um Mundial de atletismo, conquistando o bronze na edição de Paris-2023.

Fonte: clique aqui.

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