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Reféns são libertados em ação militar contra cativeiros do Hamas

Mais quatro reféns do Hamas foram libertados no último sábado, 08 de junho, em uma ação das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês). Na operação, houve mortes de integrantes do grupo terrorista, mas os números ainda foram confirmados oficialmente.

A IDF contou com auxílio da Agência de Segurança de Israel e da Polícia de Israel para recuperar os reféns, que foram sequestrados no atentado terrorista de 07 de outubro de 2023.

Os reféns – Noa Argamani, 25; Almog Meir, 21; Andrei Kozlov, 27; e Shlomi Ziv, 40 anos — foram sequestrados perto de Reim, em Israel, e mantidos em cativeiro na região de Nuseirat, no centro de Gaza. Eles estavam sendo mantidos em dois locais distintos e foram encontrados em boas condições médicas.

Esta operação de alto risco foi realizada sob forte cobertura de ataques aéreos, que apoiaram as tropas terrestres ao atingir locais do Hamas nas proximidades, informou o portal The Times of Israel.

Os ataques aéreos e a operação terrestre resultaram num número significativo de vítimas entre as fileiras do Hamas, de acordo com a própria IDF. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente israelense, Isaac Herzog, conversaram com Noa, que foi transportada separadamente dos outros reféns.

“Nem por um momento desistimos de você”, disse Netanyahu à refém libertada. “Isso apenas traz lágrimas aos meus olhos”, comentou Herzog.

Noa, uma estudante universitária, foi raptada no festival com o namorado, que permanece cativo em Gaza. Sua mãe, originária da China e agora lutando contra um câncer cerebral terminal, fez apelos às forças israelenses para que pudesse reencontrar a filha antes de sua morte.

Na operação militar, Israel libertou com sucesso mais reféns do que em todos os esforços de resgate anteriores combinados nos últimos oito meses, elevando para sete o número total de reféns libertados através de ação militar.

Por outro lado, a operação interrompeu as negociações de cessar-fogo em curso que visam libertar os restantes 116 reféns, segundo informações do portal The Christian Post.

Fonte: clique aqui.

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