A maioria dos ministros seguiu o voto de Gilmar Mendes, que concluiu que Bretas se baseou em informações genéricas para presumir a prática de crimes graves, como corrupção ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Com isso, não havia base para justificar a prisão preventiva. A prisão foi declarada ilegal, mas os ministros decidiram manter a proibição de que ele tenha contato com os demais investigados.
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