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Polícia fecha fábrica falsa de canetas emagrecedoras em SP

A Polícia Militar de São Paulo descobriu, na madrugada desta segunda-feira, 1º, um laboratório clandestino de manipulação de canetas emagrecedoras na Vila Prudente, zona leste da capital paulista.

No imóvel, os policiais encontraram mais de 700 ampolas contendo um princípio ativo utilizado em medicamentos para perda de peso, além de 180 caixas com identificação semelhante às embalagens comercializadas regularmente no mercado. Também foram apreendidos rótulos, embalagens, equipamentos de manipulação e aparelhos celulares utilizados na operação.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a suspeita surgiu durante um patrulhamento de rotina, quando os agentes perceberam que o portão da residência estava aberto. Inicialmente, os policiais acreditaram que poderia haver um furto em andamento.

Ao entrarem no imóvel, os agentes abordaram um homem de 25 anos que apresentou comportamento considerado suspeito e forneceu informações contraditórias sobre as atividades realizadas no local. Durante a vistoria, a equipe localizou a estrutura utilizada para a manipulação clandestina dos medicamentos.

O homem afirmou aos policiais que trabalhava como segurança da residência e declarou não conhecer os responsáveis pela fabricação e manipulação dos produtos encontrados.

A polícia efetuou a prisão em flagrante do suspeito. A ocorrência foi registrada como falsificação e adulteração de produtos terapêuticos e medicinais.

Nos últimos meses, autoridades sanitárias e forças de segurança têm intensificado ações contra o mercado irregular de medicamentos utilizados para emagrecimento. Em abril, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de diferentes marcas de canetas emagrecedoras sem registro sanitário e alertou que produtos clandestinos podem não oferecer garantias de qualidade, segurança ou composição conhecida.

A Anvisa também participou da Operação Heavy Pen, conduzida pela Polícia Federal em 12 estados, com o objetivo de combater a comercialização irregular de substâncias utilizadas na fabricação de medicamentos destinados ao tratamento da obesidade, segundo a Oeste.


Fonte: clique aqui.

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